África Vermelha

África Vermelha

  • Kevin Ochieng Okoch
Publisher:Boitempo EditorialISBN 13: 9786557174678ISBN 10: 6557174673

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África Vermelha is written by Kevin Ochieng Okoch and published by Boitempo Editorial. It's available with International Standard Book Number or ISBN identification 6557174673 (ISBN 10) and 9786557174678 (ISBN 13).

Qual o caminho para a emancipação dos povos do Sul global? Em África Vermelha: resgatando a política negra revolucionária, o pesquisador Kevin Ochieng Okoth sustenta que as discussões contemporâneas sobre radicalismo negro perderam de vista as principais preocupações dos militantes e intelectuais do século XX. Em uma crítica contundente ao esvaziamento do marxismo e das políticas radicais de transformação no continente, o autor propõe um resgate da tradição intelectual marxista anticolonial como chave para pensar o presente e construir o futuro. A partir de uma análise rigorosa das experiências de emancipação do século XX, Okoth questiona os limites das abordagens teóricas predominantes no século XXI — como o afropessimismo e a decolonialidade — que, segundo ele, descartam a crítica da economia política e reduzem o marxismo a uma ciência eurocêntrica e obsoleta. Ao longo do livro, o autor articula eventos históricos africanos com a trajetória e a formação política e intelectual de figuras centrais do pensamento negro e anticolonial, abrindo caminhos para repensar as lutas do presente sob uma perspectiva marxista. Em vez de ver o marxismo como uma relíquia, Okoth o encara como uma ferramenta ainda vital para imaginar e impulsionar projetos políticos emancipatórios: "Mas por que se agarrar a uma política que supostamente está 'ultrapassada', como afirmam alguns? O objetivo, defendo eu, é recordarmos que havia, e ainda há, caminhos alternativos para a emancipação – caminhos que, no entanto, foram esquecidos, mas que continuam tão radicais e transformadores como sempre. Cabe a nós construir um comunismo para o nosso tempo a partir das ruínas da África Vermelha", escreve. África Vermelha é um convite a revisitar ideias potentes que moldaram as lutas do passado — não por nostalgia, mas para inspirar novos horizontes de emancipação negra no presente.